Publicado em: seg, abr 29th, 2019

O modelo de um seguidor de Cristo

Muito tem se falado em EVANGELISMO e até conquistado alguns para o corpo de um templo, mas o triste é notar que uma miríade passa a fazer parte do tronco da oliveira. “Porque quem nisto serve a Cristo agradável é a Deus e aceito aos homens” – Romanos 14:18.

Aceitar a Cristo, ou se tornar um discípulo do Messias, é haver uma transformação de mente a ponto que todos percebem mudanças de comportamentos, manias e maneiras do viver. 

Sem mudança não existe conversão, esta a perfeição sendo a que chama atenção.

Parafraseando com um pouco de história, vale citar o padre José de Anchieta quando chegou ao Brasil (1553 a.C), e foi enviado a cooperar com Manoel da Nóbrega, na região de São Vicente e imediatamente no Planalto de Piratininga, considerado berço da cidade de São Paulo, que, dada a confiança e respeito que Anchieta causou, em qualquer lugar que necessitasse realizar um ensinamento, se exigia sua presença. Isso, graças a um coração generoso, a amigabilidade, bondade e espírito de compreensão que nele infundia para com os nativos e colonos.  Conta-se, que havia um halo de Santidade cercando sua pessoa.

Com sua destreza e desejo de que sua missão tivesse êxito, optou em trabalhar sua platéia através da poesia e do teatro. Esperava que ao utilizar esse método pedagógico, pudesse tornar agradável, seus ensinamentos, a ponto de incuti-la no espírito dos seus alunos. E teve obteve resultados significativos.

Essa deve ser a forma de abordar pessoas para o Reino de DEUS na atualidade,, também, formando líderes que sejam cheio de mansidão, tolerância e bondade a níveis que possam, por natureza, haver uma aura envolvente onde a maioria queiram está com este com segurança e confiança para com o que será discipulado.

É intrigante percebermos uma corrida as salas teológicas, mas por fins egoístas do que por vocação e chamado do Santo Espírito para um preparo, da primeira pessoa “o eu”, a fim de quando enviado ao campo, despontem novos Anchieta.

Ainda recorrendo à história, é válido dizer que Agostinho caiu em contradições profundas, pela influência do neoplatonismo e platonismo. E o que dizer de muitas doutrinas conduzidas por “mestres” que já mais dominaram a arte da oratória ficada, primeiro no chamado e também por galgarem conhecimentos filosóficos, passando a entender o ser, seguido da teologia (o conhecimento do está servindo)?

Nossos dias estão recheados do que considero uma mistura de cristianismo pelo agnosticismo fluente em Herbert, Thomas Huxlex e Kant, mesmo que parcial.

Porque se introduziram alguns, que já antes estavam escritos para este mesmo juízo, homens ímpios, que convertem em dissolução a graça de Deus, e negam a Deus, único dominador e Senhor nosso, Jesus Cristo. Mas quero lembrar-vos, como a quem já uma vez soube isto, que, havendo o Senhor salvo um povo, tirando-o da terra do Egito, destruiu depois os que não creram…

E, contudo, também estes, semelhantemente adormecidos, contaminam a sua carne, e rejeitam a dominação, e vituperam as dignidades” – Judas 1:4-8.

 

Pastor, Agnaldo Santana

Sistema MEV de Evangelismo

31 de dezembro de 2016

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