Category Archive COMO ENTENDER PELA BÍBLIA

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Quem eram os Fariseus?

VERDADES BÍBLICAS – De uma raiz hebraica que significa ‘separado’; Assim, segundo Orígenes e outros Padres, os fariseus eram “aqueles que se separavam”. É sustentado, mas disputado, que eles eram os Hasideans de 1 Macc. 2: 42 ; 7: 12 f. (veja hasidim ). Eles são mencionados por Josefo como uma das “seitas” judaicas juntamente com os essênios e saduceus .

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Fariseus no tempo de Jesus


Os fariseus aparecem freqüentemente na Nova Aliança. Paulo ao falar sobre seu passado, diz que ele era um ex-fariseu (Fil. 3: 5 ) e, como observara a Lei obedientemente, ele mesmo atacara os seguidores do Nazareno Jesus, pois estavam representando um desafio aos seus princípios farisaicos e modo de vida. Mas Paulo não se refere aos fariseus em suas cartas como adversários especiais ou como líderes da comunidade judaica; É possível que eles não vivessem na Galácia – a área para a qual a mais polêmica carta anti-judaica de Paulo foi endereçada.

Muito do que está escrito nos evangelhos sobre os fariseus reflete controvérsias entre a Igreja e a sinagoga, e não representa com precisão as condições prevalecentes na sociedade palestina antes de 70 d.C. Dos quatro evangelhos, é Marcos que dá a imagem mais confiável. Nesse evangelho, os fariseus são trazidos para a narrativa apenas quando Jesus vai na Galiléia e “além do Jordão’, exceto em Marcos 12: 13. Há disputas sobre o jejum ( 2: 18 ), a observância do sábado ( 2: 24 ), e o divórcio ( 10: 2 ). Em Jerusalém ( 12: 13 ) fariseus são unidas com partidários de Herodes Antipas e são, portanto, demonstrado ser um grupo político bem relacionado que estão determinados a defender esse tipo de comunidade judaica que Jesus ameaçado e que poderia ser o controle farisaica exterior. Os escribas (por exemplo, Marcos 12: 28 ) não eram idênticos aos fariseus, mas porque eles tinham o controle social dos fariseus que lhes estão associados. Os escribas eram estudantes e expositores da Lei, enquanto que os fariseus se preocupavam com o desempenho das pessoas da Lei.

Os fariseus de Mateus são as vítimas da controversa; Igreja/Sinagoga após 70 E.C (Era Comum). Eles são os zelosos defensores de um judaísmo que contrasta com a interpretação da Lei atribuída a Jesus. Os fariseus também são contrastados com os padrões esperados dos líderes cristãos na segunda geração cristã. Eles são violentamente atacados por não ser praticantes sinceros de sua própria religião (Mat. 23: 3 ) e são ligeiramente identificado com os escribas ( 23: 13, 23, 25, 27 e 29).

Lucas é mais cuidadoso: ele distingue fariseus dos escribas (Lucas 11: 37 e 45). Ele também é bastante ambivalente sobre fariseus, para Lucas, por um lado existem fariseus amigáveis que convidam Jesus para refeições ( 11: 37 ; 14: 1 ) e em Atos ( 15: 5 ), existem fariseus cristãos. Seguindo a linha da visão de Lucas, existe uma continuidade entre o Judaísmo e a Igreja; É Lucas que repetidamente menciona Jerusalém como o lugar da revelação. E como membros dos fariseus do Sinédrio são simpáticos quando Paulo está em julgamento (Atos 23: 9 ). Por outro lado, os fariseus são ricos, enquanto que Lucas enfatiza a preferência de Jesus para os pobres ( 6: 20 ); Fariseus presidiam jantares, enquanto que Lucas registra a compaixão de Jesus para mendigos que comem as migalhas que caem da mesa ( 16: 21 ).

O evangelho de São João retrata os fariseus como constantemente suspeitos de Jesus; Em união com os sumos sacerdotes, são adversários de Jesus. Eles parecem ser funcionários do governo e professores da Lei (TORAH). Eles estão localizados em Jerusalém (João 1: 19-28 ), onde os moradores da cidade recorrer a eles como burocratas encarregados de questões de ordem pública (João 9: 13 ).

A evidência de Josefo, os evangelhos e os escritos rabínicos pós-70 E.C, à luz do escrutínio crítico, produz uma impressão dos fariseus como um grupo alfabetizado, socialmente acima da classe camponesa, mas abaixo e dependente da classe governante; Funcionários subordinados, educadores e juízes. Eles aparecem em todas as épocas do ‘Hasmonean’ (período até a destruição de Jerusalém em 70 d.C). Podem ser considerados como uma seita com intenções reformistas gradualistas, em vez de revolucionárias, e buscando alternativas de acordo com as revelações divinas. Congratularam-se com novas crenças como a ressurreição dos mortos e tiveram um forte interesse em atualizar as leis sobre o dízimo, a pureza ritual e a observância do sábado. Eles eram menos atraídos pelos regulamentos que cercavam o Templo, que era mais reservada ao saduceus.

 

Pastor, Agnaldo Santana

02 de janeiro de 2017

Ministério Espírito de Vida

Sistema MEV de Evangelismo Mundial.

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Por que há quatro evangelhos?

É essencial conhecer que, Existem duas traduções oficiais e primarias das Escrituras Sagradas;

Os Escritos Massoréticos

Os Escritos da Septuaginta.

_ Os Massoréticos foram escribas judeus (escritores do povo israelita) que se dedicaram a preservar as Escrituras Sagradas – As Leis do Senhor Deus ADONAI. Destes é que parte os escritos mais originais, pois vem do próprio povo hebreu, que receberam tais ensinamentos dos patriarcas; Abraão, Isaque, Jacó e Moisés.

_Quanto a Septuaginta, trata-se de uma cópia dos textos originais que foram para nas mãos de um grupo de judeus que habitavam em Alexandria. Estes efetuaram a tradução, desta cópia, para o grego coiné (que é o Grego Helenístico). Esta faceta ficou conhecida como,  VERSÃO DOS SETENTAS, ou, septuaginta, que é palavra latina para setenta pois foram setenta e dois homens que realizaram esta tradução.

Nós do Ministério Espírito de Vida, damos ênfase a bíblia traduzida ao português, a partir do texto massorético. Mesmo que, também, fazemos uso da tradução pela septuaginta.

Quatro Evangelhos

Das divisões e agrupamento da primeira e segunda aliança, será tratado em outra oportunidade.

Dos sessenta e seis livros aceitos pelo cânone judaico, quatro destes são chamados de Evangelhos.

Por que há quatro evangelhos? Não poderia um mesmo escritor ter tratado dos assuntos pertinentes ao Cristo? Esta dúvida é de fácil explicação e ser sanada.

Quando a Comitiva primária e ocular do Messias atende o esse mandado: “..vão e façam discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo, ensinando-os a obedecer a tudo o que eu lhes ordenei. E eu estarei sempre com vocês, até o fim dos tempos” – Mateus 28:19,20; quatro daqueles homens, pôs no coração, cada um representar uma das quatro classes das pessoas de sua época. Sendo cada um deles representantes:

1º_ Do Povo Judeu:

2º_ Dos gregos;

3º_ Do Povo romano;

4º_ E, dos que formavam e formam a “igreja”.

Já é possível perceber que, cada um dos quatro evangelistas buscou adaptar sua mensagem ao modo de viver ou de pensar, dos quatro grupos citados antes. (evangelista é a pessoa que leva adiante uma informação abrindo caminho a uma missão),

O apostolo Mateus, percebeu que, todos os judeus ainda aguardavam que as profecias sobre o Messias se cumprissem, a exemplo: “Mas tu, Belém-Efrata, embora sejas pequena entre os clãs de Judá, de ti virá para mim àquele que será o governante sobre Israel. Suas origens estão no passado distante, em tempos antigos.” – Miquéias 5:2. Daí ele aborda os judeus com esta tônica, Cristo sendo o Marchiah (Messias).

Já o discípulo, Lucas, foca sua mensagem para os gregos. Um povo civilizado e expoentes na filosofia buscando, sempre, descobrirem a perfeição do ser. Assim, ele mostra para este povo Cristo sendo a matriz deste ser perfeito.

O discípulo do apóstolo Paulo e de Barnabé, por nome João Marcos, direciona sua mensagem para o povo romano. Estes, cheios de conhecimentos na política e grandes obras arquitetônicas da época. Conhecedor desse poder dos romanos, o discípulo Marcos entrega sua mensagem mostrado a eles que o Messias que eles crucificaram que é o Poderoso Conquistador que venceu e retornará.

Notavelmente, o quarto escritor se diferenciou dos seus contemporâneos evangelistas, porque adapta sua mensagem, a uma, agora comunidade recém formada que já nasceu a parti das mensagens sobre o Cristo recém crucificado. Este evangelista, chamado João, se tornou apostolo do Messias e seu mais íntimo amigo, a ponto de reclinar no peito durante a celebração da Páscoa. Então, o apostolo João demarca sua mensagem nas maiores verdades sobre as Boas-novas, as qualidades Divinas do Cristo e sobre o Santo Espírito.

Estas quatro formas de abordar as quatro classes diferentes dos povos daquela época, também foi demarcada pela vida e ministério do Apostolo Paulo, ao dizer: “Porque, embora seja livre de todos, fiz-me escravo de todos, para ganhar o maior número possível de pessoas.

Tornei-me judeu para os judeus, a fim de ganhar os judeus. Para os que estão debaixo da lei, tornei-me como se estivesse sujeito à lei, ( embora eu mesmo não esteja debaixo da lei ), a fim de ganhar os que estão debaixo da lei.

Para os que estão sem lei, tornei-me como sem lei ( embora não esteja livre da lei de Deus, mas sim sob a lei de Cristo ), a fim de ganhar os que não têm a lei.

Para com os fracos tornei-me fraco, para ganhar os fracos. Tornei-me tudo para com todos, para de alguma forma salvar alguns.

Faço tudo isso por causa do evangelho, para ser co-participante dele.” – 1 Coríntios 9:19-23.

Dessa maneira fica claro a importância de existirem quatro evangelhos. Para que seja apresentado, por diversos ângulos as qualidades pessoais do homem de Belém Efrata.

_ Discípulo, Lucas, retrata sobre Ele como o Filho do homem;

_ O discípulo, Marcos, apresenta-o como um Conquistador e que veio para Servir;

_Apóstolo, Mateus, não nega que é Ele o Rei que as profecias narravam;

_ Apostolo, João, é o que nos faz ver que o Messias é o Filho de Deus.

Importante perceber que, Todos eles não se preocuparam em escrever nenhuma biografia sobre a vida e ministério do Hamachiah, mas, buscaram conhecer o modo de vida e costumes do povo a qual sua mensagem seria levada e, lhes apresentaram da melhor forma que se adaptasse àquele povo.

Em nossos dias, se aproveitarmos Taís conhecimentos e táticas, ganharem mais vidas para o reino de Deus, do que se optarmos por dificultar a salvação e entrada par ao paraíso, com regras e mais regas impostas por homens assim como os Fariseus e Saduceus. Eles que aguardavam um Messias; Príncipe da Paz, rei sobre a nação israelita se desapontaram e perderam as rédeas, porque o Messias chega como Plebeu e ovelha levado ao matadouro. Em nossos dias, também esperamos a vinda do Messias para nos libertar do mundo mal. E se ele chega e nos surpreende de outra forma, estaríamos preparados ou os Fariseus e Saduceus da nossa época, impostores de regras e dificuldades a salvação, os metralhariam, ao invés de levá-lo a uma cruz novamente? Pense nisso!

 

Pr. Agnaldo Santana

Ministério Espírito de Vida;

03 maio 2019.

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JEJUAR É O MESMO QUE CONSAGRAR?

O Jejuar e Suas Aplicações:

Duas palavras, duas situações diferentes, porem, unidas como o oxigênio e o hidrogênio. Levando em consideração que, de alguma forma ou em algum momento, podem estar separadas.

pão e jejumO ato de jejuar ocorre desde o Antigo Testamento, e é pertinente às práticas da Igreja de Cristo. É a melhor forma, se não a mais perfeita maneira que o homem encontrou para fazer um ofertório próprio, interior, com o corpo de forma solene e eficaz as divindades celestiais.  Através do ato de jejuar é que podemos demonstrar como estamos arrependidos por atos que violam ou violariam as Leis divinas. Quando os Israelitas passaram a adorarem ídolos das nações vizinhas e deixaram de seguir ao Senhor, perderam a guarda da Arca da Aliança. O Sacerdote Samuel, na inspiração divina, convoca o povo ao arrependimento. Mediante este arrependimento e abandono das praticas pecaminosas, eles imolaram-se diante de Deus, abstendo-se da água e alimentos, já que a fome é um padecimento para o corpo, numa forma de apresentarem ao Senhor, seus arrependimentos.  “Disse mais Samuel: Congregai a todo o Israel em Mizpá; e orarei por vós ao SENHOR. E congregaram-se em Mizpá, e tiraram água, e a derramaram perante o SENHOR, e jejuaram aquele dia, e disseram ali: Pecamos contra o SENHOR. E julgava Samuel os filhos de Israel em Mizpá” 1 Samuel 7:5-6.

Os israelitas sabiam e sabem de forma decorosa o quão importante é esta expressão de arrependimento, que o salmista escreveu: “Os sacrifícios para Deus são o espírito quebrantado; a um coração quebrantado e contrito não desprezarás, ó Deus” Salmos 51:17.

A outra forma aplicável ao jejum (o ato de abster-se de alimentos da água e outras necessidades indispensáveis para a sobrevivência – por determinado tempo!) é quando necessitamos da intervenção divina, nas situações em que a vida parece fugir do nosso controle nas finanças, na saúde ou na espiritualidade, de um individuo ou grupo deles. Uma das garantias que temos desta prática é esta: “Porque assim diz o Alto e o Sublime, que habita na eternidade, e cujo nome é Santo: Num alto e santo lugar habito; como também com o contrito e abatido de espírito, para vivificar o espírito dos abatidos, e para vivificar o coração dos contritos” (Isaías 57:15). Quando nosso corpo fica enfraquecido pela falta dos alimentos, nosso “EU” interior, passa a sentir-se frágil, dependente de uma ação extranatural. É o momento do quebrantamento do corpo no seu estado material. “E Jesus, chamando os seus discípulos, disse: Tenho compaixão da multidão, porque já está comigo há três dias, e não tem o que comer; e não quero despedi-la em jejum, para que não desfaleça no caminho” S. Mateus 15:32. 

No jejum, alem da falta do alimento, também pode ser aplicada a abstinência das relações em casal: “Não vos priveis um ao outro, senão por consentimento mútuo por algum tempo, para vos aplicardes ao jejum e à oração; e depois ajuntai-vos outra vez, para que Satanás não vos tente pela vossa incontinência” 1 Corintios 7:5.  

Portanto, Jejuar é pedir perdão pela imolação do corpo. Jejuar é, a maneira de agradecermos ou de encontrarmos respostas e soluções, divina,  para o corpo e a vida.

A Consagração e Suas Importâncias:

A consagração e o jejum está para o corpo assim como a comida está para a fome. A própria palavra já expressa por si só, o sentido pretendido. A palavra do Senhor diz assim; “E ser-me-eis santos, porque eu, o SENHOR, sou santo, e vos separei dos povos, para serdes meus” Levítico 20:26.  Nesta passagem o SENHOR nos exprime duas situações no futuro do pretérito / condicional; Primeiro uma condição (Ser santo), segundo um motivo (a escolha). E ambas servem para o passado e para o presente. Para que possamos agradar ao Senhor “que nos criou” é preciso purificar o nosso corpo e a maneira do nosso viver.  Alcançarmos um gral de pureza; agora! Tanto do corpo como do espírito, nas dimensões espirituais: da unção, da capacitação, preparo e diafaneidade. Condições que só pela consagração das nossas vidas, podemos alcançar.

Para que possamos entender como devemos estar no ato, ou momento de consagração, primeiro é preciso conhecer o que Diz o Senhor; “Ao SENHOR dos Exércitos, a ele santificai; e seja ele o vosso temor e seja ele o vosso assombro” Isaías 8:13  –  “Eis que estou para edificar uma casa ao nome do SENHOR meu Deus, para lhe consagrar, para queimar perante ele incenso aromático, e para a apresentação contínua do pão da proposição, para os holocaustos da manhã e da tarde, nos sábados e nas luas novas, e nas festividades do SENHOR nosso Deus; o que é obrigação perpétua de Israel” 2 Crônicas 2:4. 

Ao SENHOR dos Exércitos, a ele santificai..” É o mesmo que; “Consagrem-se ao Senhor… Tornem-se santos ao Senhor…” Estes são os dizeres de Isaías.  Quando Salomão propôs levantar a casa do Senhor, santifica-la, para receber os sacrifícios, as ofertas e o povo, é porque naquela época, a prática da purificação era externa, já que o Espírito Santo também agia externamente. Eles eram purificados, através da consagração do templo.

Quando Jesus estava falando para os seus discípulos, disse-lhes; “Todavia digo-vos a verdade, que vos convém que eu vá; porque, se eu não for, o Consolador não virá a vós; mas, quando eu for, vo-lo enviarei”  S. João 16:7.  Jesus veio trazendo uma mensagem de preparo do  nosso corpo, para receber o Espírito Santo, passando nós a sermos o próprio templo com a necessidade de sempre estarmos consagrando a nós mesmos. E não templos externos!

O Autor do livro aos Hebreus nos diz: “Dando nisto a entender o Espírito Santo que ainda o caminho do santuário não estava descoberto enquanto se conservava em pé o primeiro tabernáculo” Hebreus 9:8.Quanto a necessidade de consagrarmo-nos ao SENHOR, o Apóstolo São Paulo nos dá a razão; “Ou não sabeis que o vosso corpo é o templo do Espírito Santo, que habita em vós, proveniente de Deus, e que não sois de vós mesmos?” 1 Coríntios 6:19.  Quando o Senhor nos solicita que sejamos santos, que consagremos nossos corpos a Ele é para que habite o seu Santo Espírito em Nós, “Porquanto está escrito: Sede santos, porque eu sou santo” 1 Pedro 1:16.

Uma pessoa pode estar em consagração, e ao mesmo tempo em jejum.

Consagrar-se, é tirarmos um dia, um período de tempo, para estar em pura meditação da palavra de Deus, do Louvor, da Oração e até do Jejum. Nestes momentos, devemos estar em pura reflexão das Leis do Senhor, sua grandeza e seus feitos. Não como fazemos corriqueiramente, mas, de forma profunda e com um coração quebrantado pelo jejum e meditação. Podemos até, estar na casa do Senhor, porem, de forma oposta a do passado, já que é o nosso próprio corpo quem estará sendo consagrado, e Não as paredes.

Vemos, pois; Que o Jejum nos perdoa, nos liberta e nos concede bênçãos.

A Consagração nos aproxima de Deus, nos torna templo do Espírito Santo e nos garante a Salvação.

AMEM!

 “A meu povo ensinarão a distinguir entre o santo e o profano,” Eze. 44:23.

 

 

Agnaldo Silva, Ministro de Nosso Senhor Jesus Cristo.

Aos Santos que Desejam morar no céu.

São Paulo, 25 de Julho de 2010.

Ministério Espírito de Vida

www.espíritodevida.com.br

 

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Pastor pode receber salário?

_ Em que situações devem se pagar salário para pastores e dirigentes na Igreja?

DOUTRINAS BÁSICAS  – Segundo a legislação brasileira, salário é o valor pago como contraprestação dos serviços prestados pelo empregado, enquanto remuneração engloba este, e mais outras vantagens a título de gratificação ou adicionais.

Nas sociedades capitalistas, salário é o preço oferecido pelo capitalista ao empregado pelo aluguel de sua força de trabalho por um período determinado, geralmente uma semana ou um mês, ou por unidade de produção.

Igreja (do grego εκκλησία [ekklesia] e latim ecclesia) é uma instituição religiosa cristã separada do Estado. Cabe a Comunidade (igreja) administrar o dinheiro do dízimo, construir templos, ordenar ministros e muitas vezes mantê-los e repassar para seus fieis a interpretação da Bíblia Sagrada.

Etimologicamente a palavra grega ekklesia é composta de dois radicais gregos: ek que significa para fora eklesia que significa; CHAMADOS.

 

Ou seja, a Comunidade deve ser um uma organização, que chame, induza as pessoas para fora das práticas capitalistas.

Pois ambas divergem em suas mensagens.

  1. Enquanto a Comunidade de Cristo Ensina as pessoas à não ajuntarem tesouro na terra (S. Mateus 6:19)…
  2. O Capitalismo é um sistema econômico caracterizado pela propriedade privada dos meios de produção, e pela existência de mercados livres e de trabalho assalariado com visão terrena.

“E sabereis que eu sou o SENHOR, porque nos meus estatutos não andastes, nem executastes os meus juízos; antes, fizestes conforme os juízos das nações que estão em redor de vós” (Ezequiel 11:12).

Já podemos notar, que a colocação; PAGAR SALÁRIO, não vai de encontro com o propósito da Comitiva do Messias formada na Nova Aliança.

Quando Yeshua fez a escolha dos primeiros discípulos, ele lhes disse: “..Não temas; de agora em diante, serás pescadores de homens. E, levando os barcos para terra, deixaram tudo e o seguiram-no” (S. Lucas 5:10b e 11).

Durante suas jornadas missionárias, houve um momento em que necessitaram de dinheiro para pagar os impostos, e a providência veio do céu: “(..)vai ao mar, lança o anzol, tira o primeiro peixe que subir e, encontrará um estáter… paga-o por mim e por ti” (S. Mateus 17:27).

Notemos nesta passagem, que Yeshua não utilizou-se da bolsa de dinheiro que coletavam dos fieis, e que Judas levava (S. João 13:29), porque, tais coletas eram para serem utilizadas por eles no âmbito missionário, nas ajudas e em suas necessidades alimentícias, vestuários e outros, e não no caso de bens transitórios e de governo como em Mateus 17:27. Esta passagem demonstra movimento independente e trabalhista. Diz-nos, que para tais coisas, devemos ter nosso salário extraído da vida cotidiana.

Nas exortações feitas pelo Apóstolo S. Paulo no Novo Testamento de Nosso Senhor Yeshua Cristo, ele diz: “Pois vocês mesmos sabem como devem seguir o nosso exemplo, porque não vivemos ociosamente quando estivemos entre vocês, nem comemos coisa alguma à custa de ninguém. Ao contrário, trabalhamos arduamente e com fadiga, dia e noite, para não sermos pesados a nenhum de vocês” (2 Tessalonicenses 3:7 e 8) NVI.

AQUI DEVEMOS NOS PERGUNTAR: ATÉ ONDE ESTAMOS VIVENDO O QUE PREGA A NOVA ALIANÇA? QUANTO, AINDA VIVEMOS DA Comunidade PRIMITIVA?

Para que se cumpra às profecias proferidas no Novo Testamento, é preciso vivermos o que esta escrito: “Sabe porem isto: que nos últimos dias sobre virão tempos trabalhosos; porque haverá homens amantes de si mesmos, avarentos… ingratos, profanos. Sem amor natural… obstinados… mais amigos dos deleites do que amigos de Deus. Tendo aparência de piedade, mas negando a eficácia dela” (2 Timóteo 3:1- 5).

Foi-se o tempo onde se via, e se buscavam homens cheios do Espírito Santo, homens que falavam e Deus movia o céu para atende-los, mesmo sem aparência alguma. Hoje! Busca-se homens pelos títulos acadêmicos que a estes se impõe e até mesmo, por suas roupas de griffes famosas. Não é à toa que está escrito: “E também houve entre o povo falsos profetas, como entre vós haverá também falsos DOUTORES, que introduzirão encobertamente heresias de perdição… E muitos seguirão as suas dissoluções, pelas quais será blasfemado o caminho da verdade; e, por AVAREZA, farão de vós NEGÓCIOS com palavras fingidas…” (2 Pedro 1-3). QUE TAL A COLOCAÇÃO; TELE-EVANGELISTAS PEDIDORES DE DINHEIRO?

O Dicionário Priberam da Língua Portuguesa diz:

avareza:  s. f.

  1. Apego sórdido ao dinheiro para o acumular.

Porque os tais não servem a nosso Senhor Yeshua Cristo, mas ao seu ventre; e, com suaves palavras e lisonjas, enganam o coração dos símplices. Romanos 16:18.

Segunda Pergunta:

Todos devem receber salário, mesmo tendo uma situação financeira estável?

Como já disse antes; Cabe a Comunidade administrar o dinheiro do dízimo, construir templos, ordenar ministros e muitas vezes mantê-los. Sendo assim, a Comunidade tem a responsabilidade de (em certos casos), manter com ajudas monetárias seus ministros.

“Porque diz a Escritura: Não ligarás a boca ao boi que debulha. E, Digno é o obreiro do seu salário” (1Timóteo 5:18). Notemos que a colocação neste texto ‘salário’, não deve em hipótese alguma se entender como; Remuneração mínima estipulada por um governo para determinado número de horas trabalhadas. A forma correta para interpretarmos este texto é: (..) Não deixarás de auxiliar ou patrocinar nos custos, o obreiro/ministro que é capaz! O predicativo, “BOI” aludi-se a aquele que tem garra, tem conhecimento, mas não faz sozinho, depende de outrem.

O título “PASTOR” não deve ser entendido como uma Profissão! Mas sim, um cargo dado a aquele que recebeu o CHAMADO para INTERPRETAR a mensagem da Bíblia Sagrada e até mesmo, governar um povo, sempre pelo amor as suas almas e em obediência ao que o chamou SEM SOMA DE HORAS TRABALHADAS.

Salário é pago a profissionais. E muitos nestes últimos dias, realmente estão se profissionalizando na função de pastor e outras fidalguias. Como está escrito; “Pois virá o tempo em que não suportarão a sã doutrina; ao contrario, sentindo coceira nos ouvidos, juntarão mestres para si mesmos, segundo os seus próprios desejos” (2 Timóteo 4:3) NVI. AMEM!

Para finalizar, deixo as palavras do Apóstolo S. Paulo: “Você porem, seja moderado em tudo, suporte os sofrimentos, faça a obra de um bom evangelista e cumpra plenamente o seu ministério”.

 

Uma Inspiração do Santo Espírito a: Pr. Agnaldo Santana.

Ministério Espírito de Vida.

São Paulo, 06 fevereiro de 2010.

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Israel-e-a-Igreja

A igreja tomou a primazia do povo escolhido?

Como repetimos até o ponto de exaustão, é ilógico tirar um único verso da Bíblia para construir uma doutrina com isso. De modo algum, Gálatas 6:16, é a prova definitiva, como muitos dizem, de que a Igreja substituiu Israel, porque Israel e a Igreja ocupam um lugar especial no plano de Deus para os tempos.

É um assalto realizado por aqueles que professam ser cristãos, pensar que se apropriaram da identidade de Israel e assumiram a propriedade exclusiva das promessas que Deus fez aos descendentes de Abraão, Isaac Jacob. Bruce Waltke, um erudito anglicano formado por Harvard e um escritor prolífico, define tal sensacionalismo de forma resumida, mas honesta. Ele diz que isso significa que “a nação de Israel e sua lei foram permanentemente substituídas pela Igreja e pela Nova Aliança”.

Tais teólogos, que dão ênfase a essa substituição, baseiam seu argumento, principalmente redefinindo o termo Israel, encontrado no Novo Testamento, na passagem mais complexa de Gálatas 6:16, assegurando que se refere à Igreja. No entanto, é interessante notarmos que a palavra “Israel” aparece 75 vezes no Novo Testamento, e em cada caso, exceto um, os termos “Israel” e “Igreja” não podem ser trocados porque, assim, reduziria ess passagem bíblica para um completo absurdo.

Quando lemos “igreja” no Novo Testamento, é exatamente isso que significa: o corpo coletivo dos que crêem na Nova Aliança. E quando diz “Israel”, é étnica (característico do país Israel) os descendentes físicos de Abraão, Isaque e Jacó. O testemunho consistente da Palavra de Deus é que “Israel” se refere ao povo do país Israel.

A única exceção é Gálatas 6:16. Quase universalmente, os comentaristas cristãos americanos ao longo dos anos disseram que isso se refere à Igreja, um Novo Israel. Wallie Amos Criswell, que foi pastor durante mais de meio século, da Primeira Igreja Batista de Dallas, um dos acadêmicos mais respeitados dos Estados Unidos, bem como presidente da Convenção Batista do Sul com um doutorado em teologia, sentia um amor profundo por Israel e o povo judeu. Mas, ele nunca acreditou que a “Igreja” substituiu Israel, mas admitiu que durante anos ele teve problemas com Gálatas 6:16. Uma vez que aparentemente deixou a porta aberta para a teologia da substituição, e queria saber o por que.

Ele estava convencido de que todo o resto da Bíblia era convincente e coerente, com exceção desse texto. No entanto, é muito fácil encontrar uma explicação para este verso, aparentemente enigmático.

Primeiro, vamos ao próprio texto para falar sobre isso. É impressionante que tantas pessoas tomem o nome de Israel, que em toda a Nova Aliança significa uniformemente Israel étnico, para mudá-lo abruptamente para uma definição diferente, isto é, “a Igreja do Novo Testamento”.

Mas leia o que Gálatas 6: 16 diz, isto é o que o apóstolo Paulo fala neste versículo muito discutido: “E a todos os que andam de acordo com esta regra, a paz e a misericórdia sejam para eles e para o Israel de Deus”. São apenas 17 palavras no texto grego original, mas chamaram a atenção dos teólogos desde os primeiros dias da igreja.

Para estes sensacionalistas, a Igreja é o Novo Israel, o novo povo de Israel ou o “Israel de Deus”. Eles dizem que o antigo Israel étnico foi permanentemente esquecido, porque seus representantes nacionais, que faziam parte do Sinédrio, rejeitaram o Messias no primeiro século, como lemos em Mateus 26: 65-66: “Então o sumo sacerdote rasgou Suas roupas, dizendo: Ele blasfemou! O que mais precisamos para as testemunhas? Eis que agora você ouviu sua blasfêmia. O que você acha? E respondendo, eles disseram: Ele é um corredor da morte! “.

Mas … era realmente o que Paulo tinha em mente quando usou o termo “Israel de Deus”? Acreditamos que o correto seria comparar a Escritura com ela própria, no entanto, isso não nos ajuda aqui, porque não há outras passagens para compará-las. O “Israel de Deus” é uma expressão única, e o único lugar na Bíblia onde aparece é em Gálatas 6:16. Portanto, quem é exatamente esse “Israel de Deus”? Bem, vamos ver se é possível fazer algum trabalho de detetive e descobrir a resposta a esta pergunta.

Regra de Paulo

À medida que nos preparamos para realizar o trabalho de um detetive, vamos começar examinando a situação. O que o verso diz sobre “o Israel de Deus”? De acordo com o idioma original em que foi escrito, diz que quem quer que seja, goza de “paz e misericórdia” ou “compaixão” porque andam de acordo com certa “regra” como os crentes na Galácia.

A próxima coisa é; o que era essa “regra” ou cânone que eles observavam tão escrupulosamente? Toda vez que encontramos uma palavra ou frase desconcertante na Escritura e não podemos descobrir o que significa, a solução geralmente está em algum lugar próximo à passagem em si. Na verdade, o pronome demonstrativo “isto”, como “esta regra”, indica que é algo que Paulo acabou de mencionar. Portanto, qual foi à regra que o apóstolo estabeleceu antes do versículo 16? Aqui está: “Porque nem mesmo aqueles que são circuncidados mantêm a lei; mas eles querem que você seja circuncidado, para se gloriar em sua carne. Mas longe de mim para a glória, exceto na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo, através da qual o mundo é crucificado para mim e eu para o mundo. Porque em Cristo Jesus nem a circuncisão vale nada, nem a incircuncisão, mas uma nova criação. E a todos os que caminham de acordo com esta regra, a paz e a misericórdia sejam para eles, e para o Israel de Deus “(Gálatas 6: 13-16).

A regra, então, é que não precisamos se vangloriar ou confiar em nada, exceto no trabalho realizado pelo Senhor Jesus Cristo no Calvário. Não há nada mais que temos que fazer para compensar o que Ele fez lá. Através dos méritos de seu sacrifício, imputados a nós quando colocamos nossa fé nele, todo cristão se torna uma “nova criação”, mesmo aqueles judeus que acreditavam ter sido circuncidados primeiro para serem salvos. Nele, temos nova vida, novas prioridades, novos propósitos, uma nova natureza e uma nova relação vital com o nosso Criador – e tudo o que Ele fez sozinho! Escrevendo para outras igrejas, Paulo disse: “Então, se alguém estiver em Cristo, ele é uma nova criatura; coisas antigas aconteceram; eis que todos são novos “(2 Coríntios 5:17).

Fariseus messiânicos

Na Galácia havia evidentemente fariseus judeus que acreditavam que Jesus era o Messias, mas que não considerava que ter Confiança nele era suficiente por si só. A formação legal no judaísmo estava cheia de regras e observações tradicionais e culturais dadas na Torá, o que tornava mais difícil para eles aceitarem a validade da salvação pela graça, apenas pela Confiança. Por qualquer motivo, eles consideraram a circuncisão como um requisito indispensável. Então, se um gentio na Galácia quisesse se tornar um seguidor do Messias, esses fariseus messiânicos queriam submetê-lo imediatamente a uma conversão ao “judaísmo tradicional” e circuncidá-lo.

Ainda hoje, dois mil anos depois, esse problema de querer acrescentar requisitos à salvação, além da confiança no Messias, ainda persiste. Muitos que professam ser cristãos acrescentam requisitos à obra messiânica da redenção, como ser membro de uma igreja, batismo, confirmação, ir à missa e outros sacramentos, emoções, viverem uma vida moral e quem sabe quantas coisas mais.

Quando dizemos que a salvação é somente por graça, sem obras de qualquer tipo, eles consideram que nosso ponto de vista é minimalista. O minimalismo é a tendência de reduzir as coisas ao essencial, despojando-as dos elementos sobrantes, em outras palavras, tornamos a salvação muito fácil. Para eles, certamente há algo que podemos e devemos fazer para ganhar o favor de Deus, mesmo que seja um pouco! Talvez seja a maneira deles de pensar, mas, infelizmente e de forma tão simples, não há nada que possamos fazer! Como um velho hino diz:

“O que pode me dá perdão?

Somente o sangue do Messias.

E um novo coração?

Somente o sangue do Messias.

Precioso é o fluxo,

Que limpa todo o mal;

Não há outra fonte,

Somente o sangue do Messias.

Foi o resgate eficaz,

Somente o sangue do Messias;

Trouxe santidade e paz,

Somente o sangue do Messias.”

Quando o Messias Yeshua morreu na Cruz há dois mil anos, concluiu a obra da redenção para sempre, como João 19:30 declara: “Quando Yeshua tomou o vinagre, Ele disse: Está terminado. E, inclinando a cabeça, entregando o espírito”. Ele fez tudo; Não há nada que possamos contribuir que não seja simplesmente aceitá-lo pela CONFIANÇA.

Agora vamos continuar a examinar se, este “Israel de Deus” mencionado em Gálatas 6:16 refere-se a Israel étnico, ou à igreja como os teólogos de substituição afirmam. Essa confusão se originou devido às várias traduções da Bíblia, muitas das quais omitem a letra “y”, que aparece na nossa Versão King James, onde lemos: “E a todos que caminham de acordo com esta regra, a paz e misericórdia esteja sobre eles, e sobre o Israel de Deus “(Gálatas 6:16).

Aqui, neste versículo específico, o termo “Israel de Deus” denota os descendentes físicos de Abraão, Isaque e Jacó, que são seguidores de Yeshua, sendo a Igreja uma espécie de subconjunto deste “Grande Israel”. Portanto, o texto geral deve ler: “E a todos os que andam de acordo com esta regra, (isto é, os gentios na Galácia), a paz e a misericórdia sejam para eles, e também para o Israel de Deus”.

Sempre houve um remanescente de pessoas confiantes entre os povos de Israel, entre o povo terrenal de Deus, um “Israel de Deus”. Como lemos em 1 Reis 19:18: “E farei sete mil pessoas em Israel, cujos joelhos não são curvados diante de Baal, e cujas bocas não o beijaram”. Então é óbvio que este versículo inclui a Igreja e o povo terrestre de Israel.

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