Category Archive AS ÚLTIMAS COISAS

jerusalem-atual

Jerusalém, cidade de guerra, cidade de paz.

O que nos diz a Bíblia acerca desta cidade histórica? Quem é o seu verdadeiro dono e o que lhe reserva o futuro? Como será possível que uma cidade em guerra quase contínua se converta em uma cidade de paz duradoura e permanente? Examinemos o passado, o presente e o futuro deste fascinante relato bíblico. (Por: John R. Schroeder.)

 

Desde que Jerusalém é mencionada na Bíblia, tem sido um sinônimo de conflitos, guerras e batalhas. Hoje em dia é a capital do Estado de Israel, cuja existência se vê ameaçada por guerras e conflitos com as nações vizinhas. Atualmente, os palestinos tratam desesperadamente de tomar o controle da parte oriental de Jerusalém, que inclui o monte do Templo e o muro ocidental (o das Lamentações), e a antiga cidade de Daví.

A divisão em diferentes facções também é um problema para Israel. Os judeus sem religião sonham com uma terra utópica, baseada na diplomacia. Os judeus ultranacionalistas se baseiam em demandas territoriais expansionistas , e confiam num poder militar como a chave da sobrevivência.

 

3500 anos de conflitos

O conflito contemporâneo já existe há mais de 50 anos, desde que foi fundado o moderno Israel, mas suas raízes remontam-se muitos anos atrás na história. Alí descobrimos um clima de males e de violência que não difere muito da situação atual na Terra Santa.

Mesmo que na Antiga Jerusalém se menciona as Cartas de Amarna, a primeira referência bíblica se encontra em Gênesis 14: 18-20. Melquisedeque, rei de Salém (identificado em Salmos 76: 1-2 como Jerusalém), saiu a receber ao patriarca Abraão depois que este ganhara uma batalha decisiva, com a ajuda de Deus, contra os reis da região. Abraão resgatou o seu sobrinho Ló, que havia sido tomado cativo.

Esta é a única vez que Jerusalém é mencionada no Pentateuco( os cinco primeiros livros da Bíblia), ainda que Moriá, uma montanha justo ao norte da cidade original é citada em Gênesis 22.2.

Esta histórica cidade -agora considerada sagrada pelas três principais religiões monoteístas( o cristianismo, o judaísmo e o islamismo), e também com frequência um lugar de violência espantosa -está destinada a ser a cidade mais importante de todas. Jerusalém está destinada a ser a gloriosa capital mundial da paz e da verdade, a qual todos os povos do mundo irão olhar.

Deus tem os olhos postos em Jerusalém desde que Melquisedeque, o rei de paz                                 ( Hebreus 7.2), se encontra com Abraão e talvez mesmo antes disto.

Judá e Jerusalém: Uma história Bíblica entrelaçada

Para entender as dificuldades do presente, é muito importante ter uma perspectiva clara da história da Bíblia. É um guia muito acertado, especialmente para entender esta região tão turbulenta.

A relação entre os judeus( a tribo de Judá) e Jerusalém começou muito cedo na história de Israel. Josué, o sucessor de Moisés, derrotou o rei de Jerusalém durante a conquista da Terra Prometida( Josué 10:1-10). Os antigos amorreus haviam ocupado a cidade. Esta foi a parte do território herdado pelas 12 tribos de Israel( Josué 12:7-10).

Mais tarde encontramos que os jebuseus, ao parecer uma tribo cananéia, todavia ocupavam Jerusalém( Josué 15.8). As Escrituras nos dizem: “Mas aos jebuseus que habitavam em Jerusalém, os filhos de Judá não puderam expulsá-los; e ficaram os jebuseus em Jerusalém, com os filhos de Judá até hoje( Josué 15.63).

A Bíblia também disse claramente que a tribo de Benjamin devia herdar Jerusalém                 ( Josué 18: 21,28). Ao colocar juntas todas estas passagens de Josué( e mais tarde as do livro de Juízes), fica muito claro que as tribos de Judá e Benjamin se converteram em tribos estreitamente relacionadas com Jerusalém. Posteriormente elas se aliaríam para formar o reino de Judá.

A conquista de Canaã

Depois da morte de Josué, os israelitas pediram a Deus que lhes mostrasse qual das tribos deveria tomar a liderança para lutar contra os cananeus pagãos( Juízes 1.1).

Vejamos a imediata resposta de Deus: “E o Eterno respondeu: Judá subirá; eis que entreguei a terra em suas mãos.”(v.2). A tribo de Judá foi escolhida especialmente pelo mesmo Criador para levar a cabo tanto um propósito imediato, como um a longo prazo na conquista da terra dos ímpios cananeus. De acordo com a inspirada palavra das Escrituras, esta foi uma eleição de Deus, não de homens.

Os versículos 17-18 narram as vitórias de Judá sobre vários centros cananeus( entre eles Gaza), principalmente nas zonas montanhosas. No entanto, estranhamente difícil de conquistar, Jerusalém( até então chamada Jebús e habitada pelos jebuseus) escapou de alguma forma da vitoriosa mão de Judá, tal como havia ocorrido nos dias de Josué( Josué 15.63).

Benjamin tampouco conquistou Jerusalém. Em Juízes 1.21 nos diz: “Mas ao jebuseu que habitava em Jerusalém, não expulsaram os filhos de Benjamin, e o jebuseu habitou com os filhos de Benjamin até o dia de hoje”(se refere a época em que foi escrito este livro). Como parece a cidade permaneceu por um tempo considerável como um forte jebuseu no meio do território israelita.

O Rei Daví conquistou finalmente Jerusalém

 Conquistar esta fortaleza quase inexpugnável seria algo reservado para o rei Daví de Israel, descendente de Judá e ancestral de Jesus Cristo por meio de sua mãe, Maria.

O registro bíblico resume brevemente a conquista: “ Em Hebrom( Daví) reinou sobre Judá sete anos e seis meses, e em Jerusalém reinou trinta e três anos sobre todo o Israel e Judá”( 2 Samuel 5.5).Logo uma passagem chave afirma que “Daví tomou a fortaleza de Sião, a qual é a cidade de Daví”(v.7). É a ele a quem se deve atribuir a conquista de Jerusalém.

Depois dos 40 anos do reinado de Daví, seu filho e sucessor Salomão favoreceu a propagação de uma idolatria ascendente por todo o Israel, especialmente nos últimos anos do seu reinado. Como castigo, Deus decidiu dividir a nação depois da morte de Salomão.

 

Deus escolheu a Jerusalém

 Ao declarar suas intenções a Salomão, o Criador lhe disse: “Todavia, não tirarei o reino todo; darei uma tribo a teu filho, por amor de Daví, meu servo, e por amor de Jerusalém que escolhí.(1 Reis 11.13).

Mais adiante no mesmo capítulo se repete a afirmação de que Roboão teria uma tribo “por amor a Daví, meu servo ,e por amor a Jerusalém, cidade que eu tenho elegido de todas as tribos de Israel”(v.32). Está claro que foi o Criador quem utilizou a Daví e seus descendentes para levar a cabo seu propósito na cidade Santa. Deus escolheu pessoalmente a Jerusalém!

A Bíblia é um livro inspirado por Deus e revela a forma em que Ele trabalha com a humanidade e os propósitos que tem com ela. Registra suas maiores intervenções no passado e seus planos futuros que finalmente trarão bençãos para toda a humanidade. Mais de uma passagem nas escrituras nos diz que o Criador é o dono de toda a terra. Tudo pertence a Ele.

 

O futuro de Jerusalém

 Mesmo que Deus admoeste seriamente, a cidade escolhida, pela multidão dos seus pecados, também lhe disse: “Esta é Jerusalém; pu-la no meio das nações e terras que estão ao redor dela”( Ezequiel 5.5). Localizada entre Europa, Ásia e África, Jerusalém tem visto muitos invasores por mais de 3.000 anos. Alí se encontra a encruzilhada da humanidade. Entretanto, esta passagem crucial não se refere tão somente a assuntos geo-políticos. Também tem a ver com o que poderíamos chamar “ geografia sagrada”, que irá se cumprir durante o vindouro reinado milenial de Jesus Cristo, e mais além desse período.

Neste momento, e no futuro previsível, os habitantes locais e os residentes da região, as nações vizinhas e ainda os povos mais distantes seguem cumprindo, em parte, uma profecia bastante inquietante: “ Eis que eu farei de Jerusalém um cálice de tontear para todos os povos em redor e também para  Judá, durante o sítio contra Jerusalém. Naquele dia farei de Jerusalém uma pedra pesada para todos os povos; todos os que a erguerem se ferirão gravemente, e contra ela, se ajuntarão todas as nações da terra”( Zacarias 12:2-3).Tal como predisse esta profecia, tem havido grande instabilidade, com repercussões regionais e internacionais devido à intromissão nos assuntos de Jerusalém.

Esta passagem de Zacarias, também se aplica em certo sentido, ao moderno Estado de Israel( mais especificamente Judá) guardiã da antiga cidade. Tem se desenvolvido uma mentalidade de sitio durante os 56 anos de sua existência. Porque? Além de suportar intermináveis guerrilhas e atos frequentes de terrorismo desde que foi fundado, Israel pelejou por pelo menos quatro guerras importantes: em 1948, 1956, 1967 e 1973. Vez após vez as nações vizinhas árabes tem ameaçado – e tem procurado – afundá-lo no Mar Mediterrâneo. Só em tempos mais recentes tem havido algum alívio de tais “soluções definitivas”.

Como registrou o conhecido escritor Conor Cruise O’Brien: “Tem Israel o direito de existir? Desde o seu nascimento – e ainda antes de nascer– o Estado de Israel tem tido que afrontar a pressão desta pergunta. E esta pergunta foi precedida de outra:  “Tem os judeus o direito de existir”? ( The Siege, 1986, p.25).

Em 1936 o pioneiro sionista britânico Chaim Weizmann disse claramente quando lhe perguntou a Comissão Peel: “Temos o direito de existir?”( Ibidem, p.196).

 O feito que se tenham que fazer semelhantes perguntas nos diz muito acerca do mundo ‘civilizado’ de hoje, que se considera tão  ‘instruído’. A única verdadeira consolação é uma paz genuína e permanente, a qual foi profetizada para estender-se por toda a Terra Santa, e não precisamente por esforços humanos.

Pedí-vos pela paz em Jerusalém

 O rei Daví foi o autor de pelo menos uma terça parte dos Salmos, talvez mais. Um dos mais comoventes é um em que ele implora pela paz de Jerusalém: “Orai pela paz de Jarusalém! Sejam prósperos os que te amam. Reine paz dentro de teus muros e prosperidade nos teus palácios”(Salmos 122.6-7).

Esta solene oração, escrita por Daví a uns 3.000 anos, está destinada a cumprir-se de uma forma incrível. Por meio do profeta Zacarias, Deus promete: “Assim diz o Senhor: Voltarei para Sião e habitarei no meio de Jerusalém; Jerusalém chamar-se-á a cidade fiel, e o monte do Senhor dos Exércitos, monte santo( Zacarias 8.3).

Outras profecias nos dizem que Jerusalém se converterá em um centro de paz para todas as nações da terra. Desde pontos muito distantes as nações enviarão representantes a ela para que aprendam os caminhos de Deus, e logo eles os ensinarão a seus compatriotas. Como lemos em Isaías 2.2.

Na profecia bíblica, os termos montes e colinas com frequência se utiliza para referir-se a governos, nações e reinos. Esta profecia nos diz que o governo de Deus será estabelecido e regerá sobre todas as nações da terra.

Continua Isaías: “Irão muitas nações e dirão: Vinde e subamos ao monte do Senhor e à casa do Deus de Jacó, para que nos ensine os seus caminhos, e andemos pelas sua veredas; porque de Sião sairá a lei, e a palavra do Senhor de Jarusalém(v.3).

Obviamente, estas profecias se referem a algo totalmente distinto das condições atuais da Terra Santa, uma região infestada de corrupção, bombardeios, atos terroristas, sequestros e assassinatos. Basta tão somente, que vejamos os noticiários de televisão.

No entanto, estas profecias acerca do milênio nos assegura que: “… Ainda nas praças de Jerusalém sentar-se-ão velhos e velhas, levando cada um na sua mão o seu arrimo, por causa da sua muita idade. As praças na cidade se encherão de meninos e meninas, que nela brincarão ( Zacarias 8: 4-5). Tanto os anciãos como os jovens viverão em um ambiente de paz e segurança  durante o vindouro reinado de Cristo. As bombas humanas serão coisa do passado.

A Bíblia nos descreve um futuro majestoso, com uma vida pacífica na cidade de paz. Este é o futuro de Jerusalém, predito há muitos séculos.

E depois a Nova Jerusalém

 Jerusalém é muito mais do que só uma cidade física; é o símbolo de uma nação. Entretanto, as fronteiras humanas e os limites tendem a desaparecer ante o que é infinito. Jerusalém tem uma dimensão espiritual que se estende à eternidade.

A igreja do Novo Testamento é chamada: “… a Jerusalém de cima, a qual é mãe de todos nós( Gálatas 4.26). Os patriarcas, profetas e reis que se mencionam em Hebreus 11 nunca receberam o cumprimento definitivo das promessas de Deus durante sua vida física. Tampouco o receberam os cristãos de hoje.

E, no entanto, estas promessas de Deus são absolutamente certas e seguras. Por fé, o patriarca Abraão “esperava a cidade que tem fundamentos, cujo arquiteto e construtor é Deus”(Hebreus 11.10). O Criador é o arquiteto divino da Nova Jerusalém. Todos os homens e mulheres de fé já imaginaram o cumprimento das promessas de Deus, “olhando de cima”(v.13). Sabem que Deus tem lhes preparado uma cidade(v.16).

Em sua mensagem a uma das sete igrejas do Apocalipse, Jesus Cristo se referiu a cidade do meu Deus, a nova Jerusalém, a qual desce do céu, de meu Deus( Apocalipse 3.12). Logo, a morada de Deus estará com os homens e mulheres transformados em seres espirituais em um mundo totalmente novo( Apocalipse 21.3). A morte, o pranto, a dor e o sofrimento ficarão para trás na história, a medida que a verdadeira nova ordem mundial se estabeleça em uma nova terra( v.4-5).

Em resumo, esta é a verdade acerca da presença duradoura de Jerusalém no mundo. Apesar dos terríveis conflitos da atualidade, ela permanece como uma cidade sem igual, com um assombroso futuro que não tem paralelo. Esta é uma das razões pelas quais Jerusalém se menciona 850 vezes na Bíblia. É a simbólica pedra angular de mensagens proféticas cruciais que anunciam: Uma paz permanente para toda a humanidade!

 

Fonte: Revista Las Buenas Notícias

Tags,

valores-essenciais

Valores essenciais para a vida

ESCATOLOGIA – O estudo voltado para a escatologia, também, trata sistematicamente sobre o “Reino de DEUS”, pois ele é intrínseco a doutrina que discorre sobre o Final dos Dias, que muitos a conhecem como; o Apocalipse Final.

Imediatamente, o SENHOR Jesus, ter ensinado aos seus discípulos a oração dominical, tratou fundar solidamente na vida deles, o que deve anteceder a quaisquer solicitudes da vida: “Buscai PRIMEIRO o REINO DE DEUS, e a sua justiça” – Mateus 6:33a.

Muitos como eu, gostam ou acham interessantes as narrativas escatológicas que discursam sobre o final dos tempos, época em que terá como desfecho, a batalha do Amargedom. Porem é praticamente inevitável, que haja uma má interpretação desse período, vindouro, se não conhecermos o propósito do “Reino de Deus” para nossas vidas, num todo; ou seja, idem para o presente. Isso é o que Jesus Cristo está nos fazendo entender, nesse texto que lemos: Antes de se preocuparem com coisas que ainda não aconteceram, voltem suas atenções, para o dia de hoje. O que move a vida, é o presente, pois através dele, é que o passado vai sendo escrito, e o seu passado é que tem força para mover o futuro!

Buscar o “Reino de Deus” é ter prazer em conhecer, para qual propósito fui chamado, e identificar qual a missão que nos é dada para cumprir, a partir do momento que entregamos a vida para o SENHOR. O apóstolo Paulo, exortando a seu amigo Timóteo, disse-lhe: “despertes o dom de Deus que existe em ti” – II Timóteo 1:6. Entender o chamado, de Deus, ainda nos dias presente,  automaticamente gera um compromisso para que seja realizado o seu ministério e produza bons frutos em todas as dimensões da vida; seja material ou espiritual. Alcançarmos o Reino de Deus, ainda aqui na terra, é exercício para não sermos pegos de surpresa no Reino Futuro “Porque temos na lei a sombra dos bens futuros, e não a imagem exata das coisas. Hebreus 10:1.

Indubitavelmente, o essencial para uma vida cotidiana, é defender de punhos serrados, o cenário que Deus deseja que seja realizado por cada pessoa no tempo presente, para que, as ações que designam o pretérito sirvam de alicerce intrépido ao resto da vida, que se moverá nos tempos vindouros. Fazendo tudo, “Em esperança da vida eterna (O Reino de Deus Futuro), a qual Deus, que não pode mentir, prometeu antes dos tempos dos séculos” – Tito 1:2.

Tags, ,

embriagada-sangue

Uma mulher embriagada com sangue

Fantasmagoricamente o mundo presenciou na segunda-feira, 6 de abril de 2009, a destruição repentina de uma Cidade, com conseqüências graves em muitas outras da Itália. O que a guerra que durou aproximadamente 20 dias entre Israel e o Hamas na passagem de 2008/2009, não causou em destruição predial, um terremoto de 6,2 graus na escala Richter, causou em 30 segundos.

Mas, será que foi simplesmente um fenômeno natural causado pelas zonas de convergência das placas tectônicas? É incontestável que estas zonas existam, pois como sabemos para a terra se manter no espaço, ela tem seus movimentos de rotação e translação. Deus sendo o maior arquiteto do universo pensou em todos os mínimos detalhes, inclusive estes, que, como a terra tem diversos movimentos, seria importante conter as zonas de convergências. Até ai tudo bem! Porem, quando se trata de terremotos “tremores muito alem dos movimentos normais”, a forma mais correta de se interpretar é; A voz de Deus está abalando a terra, ou “as placas tectônicas”. Como a voz de Deus pode fazer isto? Com o som das profecias tocando a própria terra. “E o estrondo das assas dos Querubins se ouviu até ao átrio exterior, COMO A VOZ DO DEUS TODO PODEROSO, QUANDO FALA” (Ezequiel 10:5).

As profecias concernentes ao tempo do fim são o resultado da Voz de DEUS dita aos seus profetas. “O Senhor diz: Esse povo se aproxima de mim com a boca e me honra com os lábios, mas o seu coração está longe de mim. A adoração que me prestam é feita só de regras ensinadas por homens. Por isso uma vez mais deixarei atônito esse povo com maravilha e mais maravilha; a sabedoria do sábio perecerá, a inteligência dos inteligentes se desvanecerá” (Isaías 29:13 e 14).  Como podemos observar nestes versículos de Isaías 29, o Senhor Deus, criador dos Céus e da terra, faz com que sua voz abale as estruturas da terra, por causa da maldade que entrou no coração dos homens. Deixaram de crer no seu poder e domínio sobre todo universo, deixaram de prestar louvores e adorações e mudaram os bons costumes. “Quem mediu as águas na concha da mão, ou com o palmo definiu os limites dos céus? Quem jamais calculou o peso da terra, ou pesou os montes na balança e as colinas nos seus pratos? Quem definiu limites para o Espírito do Senhor, ou o instruiu como o seu conselheiro…? Na verdade as nações são como a gota que sobra do balde; para Ele são como o pó que resta na balança; para Ele as ilhas não passam de um grão de areia… Diante D’Ele todas as nações são como nada; para Ele são sem valor e menos que nada. COM QUEM VOCÊS COMPARARÂO DEUS?” (Isaías 40:12-18).

Tudo que ocorre neste universo, idem aqui na terra, tem total querer ou permissão de Deus.

E veio a mim a palavra do Senhor dizendo: Eis que sou contra ti, e tirarei a minha espada da bainha contra toda carne, e exterminarei do meio de ti o justo e o ímpio… a minha espada sairá da bainha contra toda carne, desde o sul até o norte. E saberá toda carne que Eu, o Senhor, tirei a minha espada da bainha; e nunca mais voltará a ela” (Ezequiel 21:3-5).

Inclusive este terremoto ocorrido na Itália, e isso, como resultado das palavras dita pelo Senhor.

O texto de Ezequiel 21 se referia a Israel, mas, se o Senhor agiu assim com o povo prometido de Israel, o que dirá as outras nações? Ainda mais esta região da Itália, que tem forte cumprimento profético para o cumprimento do fim! 

 “Um dos sete anjos que tinha as sete taças aproximou-se e me disse: Venha, eu lhe mostrarei o julgamento da grande prostituta que está sentada sobre muitas águas, com quem os reis da terra se prostituíram, os habitantes da terra se embriagaram com o vinho da sua prostituição. Então o anjo me levou no Espírito para um deserto. Ali vi uma mulher montada numa besta vermelha, que estava coberta de nomes blasfemos e que tinha sete cabeças e dez chifres. A mulher estava vestida de azul e vermelho, e adornada de ouro, pedras preciosas e perolas… Vi que a mulher estava embriagada com os sangue dos santos, o sangue das testemunhas de Jesus… As sete cabeças são sete colinas sobre as quais está sentada a mulher… A mulher que você viu é a grande cidade que reina sobre os reis da terra” (Apocalipse 17:1 a 18). “Depois disso vi outro anjo que descia dos céus. Tinha grande autoridade, e a terra foi iluminada por seu esplendor. E ELE BRADOU COM VOZ PODEROSA: Caiu! Caiu a grande Babilônia!” (Apocalipse 18:1).

Os Motivos São Justos

A partir deste instante, exploraremos os versículos supracitados, por dois ângulos; A Itália geograficamente e A Itália Biblicamente, isso, para entendermos e fazermos serem entendidas as profecias em comparação as ocorrências. O que não posso, é negar a mensagem bíblica, a fim de agradar alguns ou determinada região. Livre-me o Senhor de tal coisa.

Primeiro o texto diz: “o julgamento da grande prostituta que está sentada sobre muitas águas”. Na visão geográfica é indubitável que a Itália é uma península, ou seja, quase uma ilha.

Como podemos ver, este território do mapa mundi, fica limitado a norte pelos Alpes, ladeado a oeste pelo Mar Tirreno e a este pelo mar Adriático.

Quando o Senhor usa o profeta com o substantivo feminino “PROSTITUTA”, ou seja;  Meretriz, rameira, Mulher de má vida, mulher pública.

 Está chamando-a de: quebradora de alianças, violadora de preceitos e mulher que só causou infidelidade.

Jerusalém nos dias de Neemias, do Rei Davi… Era a cidade modelo, era a possuidora da  autoridade outorgada por Deus, para tomar decisões políticas e religiosas junto a reis, povos e nações. “E os líderes do povo habitaram em Jerusalém, porém o restante do povo lançou sortes, para tirar um de dez, que habitasse na santa cidade de Jerusalém, e as nove partes nas outras cidades” (Neemias 11:1) –

 “Chegai-vos, nações, para ouvir, e vós povos, escutai; ouça a terra, e a sua plenitude, o mundo, e tudo quanto produz. Porque a indignação do SENHOR está sobre todas as nações, e o seu furor sobre todo o exército delas;” (Isaías 34:1-2).  E isso teve duração de Davi (cerca do ano 1000 a.C.,”  pois antes disso era uma cidade jebusita) indo até, o ano 70 d.C., ano em que a Cidade Sagrada foi invadida, saqueada e destruída pelos romanos.

destruuicao-de-jerusalem

Destruição de Jerusalém (David Roberts, 1850).

Levaram todos utensílios de Jerusalém, e transferiram juntamente com o que foi saqueado, o poder de decisão religiosa. Depois disto, esta cidade não houve mais condições de ter mantido a mesma autoridade, pois todos os grupos organizadores dos judeus, foram espalhados por toda terra até o ano de 1948.

Com esse grande ocorrido na história, Roma (a mulher prostituta) tomou para si, os (organizadores), homens representativos pela autoridade confiada puramente pelo autor do Universo – DEUS.  Certamente, sabemos que esta destruição da Cidade Sagrada no ano 70d.C., foi cumprimento também de profecias bíblicas, o que não isenta os causadores da destruição, de serem punidos. “Assim diz o SENHOR: Eis que trarei mal sobre este lugar, e sobre os seus habitantes, a saber, todas as maldições que estão escritas no livro que se leu perante o rei de Judá. Porque me deixaram, e queimaram incenso perante outros deuses, para me provocarem à ira com todas as obras das suas mãos; portanto o meu furor se derramou sobre este lugar, e não se apagará” (II Crônicas 34:24-25).  – “Jesus, porém, lhes disse: Não vedes tudo isto? Em verdade vos digo que não ficará aqui pedra sobre pedra que não seja derrubada” (Mateus 24:2).  

Com o massacre de Jerusalém e derrota dos judeus, muitos países com seus habitantes, passaram a aplaudir os feitos de Roma. A princípio, alguns ficaram intimidados devido a força deste império, mas com o passar dos anos, acostumam-se com as práticas, as grandezas e luxo de Roma. Embebedaram-se com as novas doutrinas publicadas a partir dali. Quanto àqueles que mantinham ou aceitavam a fé e religião judaica, eram levados à morte por diversas torturas, torturas que já são conhecidas pela história sobre a Igreja Primitiva. Foi o derramamento de sangue dos primeiros que optaram em seguir o Evangelho de Jesus Cristo; “Vi que a mulher estava embriagada com os sangue dos santos, o sangue das testemunhas de Jesus…”. (Apocalipse 17:6).

Geograficamente, Roma também se encontra localizada entre sete colinas. São elas:

Aventino (monte Aventino).  

Campidoglio (monte Capitólio).

Célio (monte Célio),

Esquilino (Monte Esquilino).

Palatino (monte Palatino).

Quirinale (Monte Quirinal).

Viminal (monte Viminal).

Esta referencia da Bíblia serve-nos, para reforçar a idéia, que a cidade enganadora é Roma e não outra.

UMA RELIGIÃO FÁCIL

Com o surgimento dos papas, Roma passa ser o centro de decisões religiosas para o mundo.(A primeira menção conhecida do título de Papa data do século III, em uma epígrafe nas catacumbas de São Calisto em Roma, na qual um certo diácono por nome, Severo, tendo escavado um cubículo duplo para si e sua família, pois havia morrido sua filha de dez anos, diz ter sido autorizado por “papae sui Marcellini”, isto é, o Papa Marcelino (296-304)) Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Logo, passam a pregar a defesa da vida, a paz mundial e apaziguar guerras e conflitos. Ministram bênçãos em nome de Deus e da cruz, tudo buscando apagar um passado negro pós-ascensão de Cristo, mas, deixando de lado os padrões morais e exigidos por Deus, instituidos para Reis, governos e povos – O cumprimento dos Mandamentos-. Valendo  dizer, que este “suposto” centro de liderança religiosa do mundo, foi transportado de local, a querer do homem. Compare! Quando os filisteus tomaram a Arca de Deus das mãos dos Israelitas e puseram na casa de Dagom, as conseqüências que sofreram, no longo dos anos, foram tão graves que tiveram que devolver-la; I Samuel 5 e 6. 

Como já pudemos notar, toda ebulição romana, trazendo uma religião fácil, um deus submisso a vontades e gostos humanos, teve inicio depois do período de mordaça da religião e da autoridade judaica. Depois da perseguição maciça a todas as testemunhas ocular do Ministério e Vida de Nosso Senhor Jesus Cristo; “Então eu disse: Que vêm estes fazer? E ele falou, dizendo: Estes são os chifres que dispersaram a Judá, de maneira que ninguém pôde levantar a sua cabeça; estes, pois, vieram para os amedrontarem, para derrubarem os chifres dos gentios que levantaram o seu poder contra a terra de Judá, para a espalharem” (Zacarias 1:21)

 Na verdade, gira em torno do mesmo período do levantamento do primeiro Papa, quando Constantino é levantado Imperador de Roma, (25 de Julho 306 a 337 d.C.,) – Constantino Magno ou Constantino, o Grande ( em latim Flavius Valerius Constantinus).

Eu não afirmo que Constantino se converteu ao Cristianismo, mas, acreditou que a religião proveniente dos Judeus poderia lhe proporcionar benefícios.

Depois que ele (Constantino) teve um deslumbre em visão da cruz de Cristo, entendeu que ao usa-la nos escudos dos soldados poderia ganhar guerras, e foi o que realmente aconteceu quando ao enfrentar Maxêncio na Batalha da Ponte Mílvio, em 28 de outubro de 312, perto de Roma.

Imediatamente, ele sancionou o “Edito de Milão ou Édito da Tolerância” (313d.C.,) acabando oficialmente com a perseguição dos cristãos. Mas, não tornou o paganismo ilegal nem nomeou o cristianismo com toda sua liturgia, como a religião primaz partida de Jerusalém, nem que deveria ser restaurada em seu local de origem, assim como fez seu antecessor Neemias. Isso, porque Roma quis manter o poder de decisão.

Mesmo os cristãos estando na vantagem com o fim da perseguição, tiveram que enfrentar uma dura realidade, a de ter perdido a primeira geração, e a que testemunhou da vida de Cristo e testificou dos Atos dos Apóstolos. A partir desta perca, muitas heresias e variantes já haviam se infiltrado na doutrina. Quanto a Constantino e seus submissos; passam a publicar uma religião deturpada, pela metade, uma religião em nome da verdadeira que falasse de Deus e do sacrifício de Jesus, mas que agradasse a seus interesses e do povo sem abolir os costumes vigentes de adoração a Deus, e promove culto a outros Santos. Contradizendo a diversas passagens da Bíblia: “Quem ama o pai ou a mãe mais do que a mim não é digno de mim; e quem ama o filho ou a filha mais do que a mim não é digno de mim” (Mateus 10:37) – “Não farás para ti imagem de escultura, nem semelhança alguma do que há em cima no céu, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra. Não te encurvarás a elas, nem as servirás; porque eu, o SENHOR teu Deus..” (Deuteronômio 5:8-9). 

Agora, vejamos! A Cidade é Jerusalém, o povo é os Judeus, a Mensagem é o Evangelho de Jesus Cristo. O que Roma não destruiu, perseguiu! O que não perseguiu, mudou. Será que a Bíblia chamá-la de “a grande prostituta” ou seja; “a deturpadora da verdade” estaria faltando com a verdade? Não!

O que precisamos fazer, é aceitar e re-aprender a cumprir com todos os mandamentos e leis de Deus, enxergar as profecias como autenticas, e que se ainda não se cumpriu, está cumprindo-se nos dias atuais através dos fenômenos chamados sobrenaturais da natureza, ou vai se cumprir na seqüência. “A sua imundícia está nas suas saias; nunca se lembrou do seu fim; por isso foi pasmosamente abatida, não tem consolador; vê, SENHOR, a minha aflição, porque o inimigo se tem engrandecido” (Lamentações 1:9).

Quando aceitamos o Evangelho genuíno de Jesus Cristo e o sacrifício realizado na cruz, também devemos aceitar as profecias ministradas contra os perseguidores deste evangelho: “Quão mais severo castigo, julgam vocês, merece aquele que pisou aos pés o Filho de Deus, profanou o sangue da aliança pelo qual Ele foi santificado, e insultou o Espírito da Graça? Pois conhecemos aquele que disse: a Mim pertence à vingança; Eu retribuirei...” (Hebreus 10:29-30a).

Quem perseguiu o evangelho de Jesus Cristo e seus seguidores? Aqueles que buscaram destruir a todos que falavam dele! E conforme registro histórico mundialmente conhecido, porem desprezado, foi ROMA! Onde fica Roma? Na Itália!

Antes de Nosso Senhor Jesus Cristo voltar a esta terra, para estabelecer seu reino milenar a partir da Nova Jerusalém, Roma e seus reis (governos) aliados, os que lhe apóiam, sofrerão conseqüências amargas pelo mal que fizeram ao povo, e Evangelho publicado pelo Filho de Deus.

Pois conhecemos aquele que disse: A Mim pertence à vingança; Eu retribuirei; e outra vez: O Senhor julgará o seu povo. Terrível coisa é cair nas mãos do Deus Vivo!” (Hebreus 10:30).

Não há sombra para dúvida, que este terremoto e todas catástrofes naquela região, já pertencem ao cumprimento das profecias. “Depois disso vi outro anjo que descia dos céus. Tinha grande autoridade, e a terra foi iluminada por seu esplendor. E ELE BRADOU COM VOZ PODEROSA: Caiu! Caiu a grande Babilônia!”.  (Apocalipse 18:1).

O que dizer da erupção do vulcão Vesúvio em 24 de Agosto do ano 79 d.C?  O abalo sísmico ocorreu na cidade de L’aquila, na segunda-feira dia 6 de Abril de 2009, quando foi na quinta-feira dia 10 (feriado do chamado; Paixão de Cristo), já havia sido retirado dos noticiários e jornais, enquanto esta cidade ainda podia sentir o cheiro de sangue e a poeira causada pela destruição! Um claro receio de perca de confiança. Sejamos Fieis ao Mestre, e Senhor Jesus Cristo. AMEM!

Uma Inspiração da parte de Deus a: Agnaldo da S. Santana

Abril de 2009.

A confiança divina e a paciência da esposa e filho, digo; Obrigado Jesus!

www.espiritodevida.com.br

Tags, , ,